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Rob Halford fala em entrevista sobre não ser abordado por fans gays

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O Metal Injection recentemente conduziu uma entrevista com os membros do JUDAS PRIEST, Rob Halford (vocal), Glenn Tipton (guitarra) e Richie Faulkner (guitarra). Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo, assim como o vídeo da entrevista.

Halford, que revelou sua homossexualidade durante uma aparição da MTV em 1998, comentou sobre os membros do ex-DEATH, atual CYNYC, Paul Masvidal e Sean Reinert que também assumiram sua homossexualidade.

Quando perguntando se ele já teve contato com algum fã gay de metal, Halford falou ao Metal Injection: “Eles nunca entram em contato. E eu sei que tinham metaleiros gays recebendo autógrafos na Times Square [para o novo álbum do JUDAS PRIEST]. Eu sei, eu sei, é uma pena, mas…”

Ele continua: “Nós podemos falar disso para sempre. Nós podíamos ter nosso próprio programa sobre isso, porque é algo com bastante significado, que eu gostaria de fazer parte. Mas esse é um problema que existe em nosso mundo e eu não acho que vá embora um dia. Nós já passamos por isso, nós escolhemos nos mostrar. Nós temos que respeitar quem quer manter esse assunto em segredo. E bem no fundo isso não importa, porque o que importa é o metal.”

“Mas os caras do CYNYC estão de parabéns por se levantarem e dizerem a todos. Eles não precisavam fazer isso. Eu não precisava fazer isso. Eles fizeram por eles mesmos, como eu fiz por mim mesmo. Pode aparecer egoísmo, mas não é.”

“Eu sempre digo: você se liberta, você para com as mentiras, você para com todos as insinuações, você para com todos os danos, os comentários maldosos, porque eles batem e voltam. Porque você fala ‘Esse sou eu, é o que eu sou. O que você está tentando dizer? Você não pode me atacar mais, porque agora sou a prova de balas com essa honestidade.’”

“Então parabéns para eles. Eu acho que é realmente, realmente legal. E eu mal posso esperar para vê-los.”

 

Entrevista: Thiago Bianchi vocal da banda Noturnall

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No último dia 13 de maio, aconteceu uma coletiva de imprensa com Thiago Bianchi(Shaman) vocal da banda Noturnall. Essa coletiva ocorreu para promover o show que o Noturnall fará na cidade de Sorocaba.

Thiago comentou sobre o que aconteceu com o Shaman, contou detalhes do DVD gravado em São Paulo e de como foi o processo de criação da banda Noturnall.

Confira a entrevista na integra a baixo:

Metallica: Veja trachos da entrevista com Lars Ulrich

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O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado pelo programa La Viola, na Argentina. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

Sobre se todo o criticismo encorajou o Metallica a tentar coisas diferentes com o passar dos anos:

Ulrich: “Eu acho que o Metallica é criticado mais ou menos desde seu início. Quero dizer, os fãs de hard rock levam isso bem a sério, e eu acho que algumas vezes sério demais. Eles são muito vocais – apaixonados, mas algumas vezes você tem que balancear isso dizendo: ‘Ok, todo mundo, vamos nos acalmar. É só rock and roll.’ Ou algo assim. Então eu acho que nós tentamos achar o equilíbrio certo. Os membros do Metallica sempre foram curiosos e bem interessados em fazer coisas diferentes e abertos a diferentes formas de fazer as coisas. Eu acho que quando éramos mais jovens, nós não éramos tão confiantes, quando éramos mais jovens, nós estávamos tentando tocar muito e mostrar o nosso talento. Agora nós estamos muito confortáveis com quem somos, eu acho que quando você envelhece um pouco, e consegue mais experiência, você se preocupa menos com o que as pessoas vão pensar e você se torna mais confortável com você mesmo. […]”

Sobre se ele e o resto do Metallica estavam brincando quando afirmaram ser “beliebers”, fãs do cantor pop Justin Bieber:

Ulrich: “Não. Você sabe, ele é um rapaz talentoso. Ele é talentoso. Quero dizer, obviamente ele não facilita as coisas e eu só posso imaginar como é difícil ter de lidar com todos estando em cima de você 24 horas por dia. Eu não desejo isso para ninguém.”

Sobre o tipo de música que ele gosta de ouvir em seu tempo livre:

Ulrich: “Eu ouço o que meus filhos estão ouvindo, porque eles sempre sequestram meu som, eles roubam o som no carro. Nós chegamos no carro e eles tomam controle do iPod. Então, por sorte, meus filhos escutam System Of A Down, Foo Fighters, Arctic Monkeys, Queens Of The Stone Age, AC/DC…”

Sobre como é ser o Metallica em 2014:

Ulrich: “É excitante. São tempos excitantes. Nos últimos, eu não sei, seis meses, nós finalizamos nosso filme, fomos à Antártica, tocamos no Grammy novamente, o que foi legal, nós começamos a compor as músicas e preparar o próximo disco, o que é bem excitante. Nós estamos aqui entre todas essas belas pessoas tocando nosso setlist ‘By Request’ e vamos para novos lugares. Estivemos em Quito dois dias atrás, onde nunca estivemos antes. Nós estamos tocando nossa nova música, que as pessoas parecem ter gostado bastante. Estamos escrevendo. Nós temos boas ideias, nosso maior problema não são as ideias, nosso maior problema é o tempo. O Metallica está mais ocupado do que nunca, e parece que há cada vez mais e mais acontecendo e os dias estão cada vez mais curtos, mas com sorte, vamos finalizar a composição esse ano e no ano que vem vamos poder gravar e com sorte teremos um novo disco talvez no ano que vem. Vamos ver. Com sorte no ano que vem.”

Entrevista: Bill Ward – “Não consegui ouvir o novo álbum do Black Sabbath”

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Quando parece que a poeira em fim começa a baixar nos bastidores do Black Sabbath, eis que uma nova entrevista envolvendo o Baterista Bill Ward, vem para re aquecer a discussão sobre a polemica “volta” do Black Sabbath.

Em 2011 Bill foi anunciado como baterista na tão esperada reunião do Black Sabbath com seus membros originais, mas no começo de 2012 foi anunciado que, por disputas contratuais Bill não faria parte da reunião, mas pouco tempos depois o próprio Ozzy chegou a falar que por causa da sua saúde debilitada Bill não poderia executar um show sozinho.

Recentemente Bill Ward concedeu um entrevista para a “Rock Ellar Magazine”, onde fez algumas declarações polemicas a respeito do assunto.

Quando perguntado se ele havia ouvido o álbum 13 ele respondeu: “A única coisa que eu ouvi de ’13 ‘ é … talvez 40 segundos da primeira música, e depois eu desliguei. E para ser sincero, eu não ligo, pois é  muito doloroso. Se eu quiser rasgar minhas entranhas para fora, então eu vou ouvi-lo. “

Ele continuou: “Eu desejo a eles toda a sorte. Bem, sorte eles não precisam, mas eu lhes desejo tudo de melhor no mundo. Mesmo não podendo ouvir por ser algo tão próximo.”

“Como eu disse, eu escutei os primeiros 40 segundos de ‘God is Dead? “ e eu disse, ‘Eu não posso ouvir isso. “

Ward , no entanto, reconheceu que o apoio dos fãs tornou mais fácil para ele passar por todo o calvário.

“Os fãs têm sido fantásticos”, disse ele. “Eu me sinto como se eu tivesse um contato mais próximo real com eles. Eu nunca tinha pensado nessa tal proximidade com todos. Esta acontecendo a todo momento, tenho recebido mensagens de apoio de fãs e músicos do mundo todo. Estou realmente grato e feliz por todos terem entendido e apoiado os meus motivos. Na verdade não sei como falar sobre isso. 

Bill no decorrer da entrevista se emociona ” Fico sem palavras [….Longa Pausa….]. Sempre que toco no assunto, fica difícil segurar as lágrimas. Pois eu tive que seguir meu coração, mesmo nas circunstancias mais difíceis.”

 

Uma das polemicas na época foi que, o Black Sabbath queria um segundo baterista para ajudar Bill, que se recusou sobre a alegação que era tudo ou nada. Que não assumiria um compromisso no qual não estivesse apto a cumprir. Ozzy na época disse ao New York Daily News, que achava que Bill não teria condições de fazer os shows, por estar acima do peso e já ter 2 ataques cardíacos, e que não queria ser responsável pela sua vida.

Em uma entrevista recente com o Phoenix New Times , o guitarrista Tony Iommi falou sobre a ausência de Bill  no BLACK SABBATH.

“Foi o Bill que puxou o plugue, não fomos nós. Bill decidiu por conta própria que não queria fazer isso, porque ele não gostou de algumas coisas do jeito que estavam. Mas nós ainda não sabemos exatamente o que que era, porque Bill não veio exatamente conversar com a gente sobre isso. Ele tem seus advogados para falar com nossos advogados, e foi dessa forma, em vez de falar com a banda pessoalmente. Chegou a ser uma situação boba. Teria sido bom ter tido Bill no álbum, mas estava ficando muito complicado. Já fazia um ano, e nós apenas tivemos que ir em frente. “

Helloween: Veja a entrevista para o Multishow no Rock In Rio

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O canal Multishow entrevistou por duas vezes o Helloween durante sua transmissão do Rock In Rio. Veja agora as duas entrevista pós-show. Uma com Markus Grosskopf e Kai Hansen e outra com Andi Deris, Michael Wikath e Markus.

Durante as entrevistas a banda falou sobre o show e o grande publico que atraiu para o Palco Sunset. Markus brincou que não gostaria de deixar o Brasil e que Kai já é um integrante da banda novamente.