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Gatas do Metal: Vibeke Stene (Ex Tristania)

Vibeke Stene é nascida na Noruega no ano de 1978, por tanto tem 37 anos, ela ficou conhecida no fim da década de 90 quando fez parte da banda Tristania, ela se destacou pelo seu potente vocal lírico, por muitos considerado o melhor da época.

Mas em 2003 ela deixou o Tristania, para lecionar canto lírico. Por tanto as fotos deste post, são antigas ja que não encontrei nenhuma mais recente da cantora.

https://www.facebook.com/vibekesteneofficial/?fref=ts

Para você que não conhece estarei postando um vídeo com ela na época do Tristania.

Resenha: Tristania – Darkest White

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O Tristania está na ativa desde 1996, mas já passou por várias mudanças de formação. Hoje, dos fundadores, somente o guitarrista e vocalista Anders Høyvik Hidle e o tecladista Einar Moen continuam na banda norueguesa.

Em seu oitavo álbum de estúdio, “Darkest White”, o Tristania não soa tão denso como no começo de sua carreira. Porém, o clima ainda é soturno e melancólico na maior parte das composições. Parte disso se deve às letras, escritas pelo baterista Tarald Lie, sempre versando sobre temas tétricos.

Tarald se utilizou, provavelmente, da letra de “Beth”, do Kiss, para escrever o início de “Number”, substituindo o nome feminino pela palavra “death”, resultando em: “Death I hear you calling / But I can’t come home right now”. Nessa faixa, o som se caracteriza por teclados em evidência, dando ares de metal industrial, e o tradicional contraponto entre vocal feminino limpo e vocal masculino gutural.

Nota-se um pouco de Metallica, fase “St. Anger”, nesse álbum, onde os solos de guitarra não têm espaço e as guitarras aparecem principalmente em riffs. Os teclados já não aparecem como instrumento principal. A faixa-título, por exemplo, destaca os riffs, ao mesmo tempo em que abafa a bateria. Nela, há somente vocal masculino.

Um riff quase thrash se ouve em “Himmelfall”, canção com clima agridoce. Enquanto a linha melódica e o vocal feminino soam alegres, o vocal masculino é puxa para o gótico. “Diagnosis” esconde por baixo dos outros instrumentos um riff próximo ao heavy metal, com partes cantadas pela vocalista italiana Mariangela Demurtas, e outras, em andamento lento, por Kjetil Nordhus.

Uma guitarra com bastante reverberação pode ser ouvida em “Scarling”, que apresenta bela linha melódica e clima gótico. O riff em “Night on Earth” mostra até certo groove, apesar de isso não ser evidenciado devido à base rítmica reta e sem quebradas.

O contraste entre instrumental leve com vocal feminino e pesado com vocal masculino é a característica principal da faixa “Requiem”. Essa dinâmica de opostos também se ouve em “Cathedral”, onde há momentos com andamento acelerado e outros extremamente lentos. “Lavender” começa bem lenta, com guitarras dedilhadas, e prossegue num crescendo em andamento e densidade instrumental.

Para os fãs que veneravam a fase doom metal do Tristania, “Darkest White” é mais um lançamento que os decepcionará. Já para aqueles que curtem a fase com andamento um pouco (note bem: um pouco) mais acelerado, esse é mais um bom álbum da banda.
Tristania: Darkest White

Lançamento 2013

Napalm records

01. Number
02. Darkest White
03. Himmelfall
04. Requiem
05. Diagnosis
06. Scarling
07. Night on Earth
08. Cathedral
09. Lavender
10. Cypher
11. Arteries